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Baryta carbonica

Casali

Baryta carbonica

Autores: V. W.D.Casali, F. M.C.Andrade, E. S.M.Duarte

Livro:  Acologia de Altas Diluições

A preparação básica é feita com o sal químico Carbonato de Bário.

Palavras chave:
Irresolução, timidez.

Lentidão no desenvolvimento: 
Corporal, emocional emental. Demência senil. Aneurisma.

Patogenesia
Sinais funcionais:
Menor nutrição. Insuficiente atividade da tireoide e da hipófise. Esclerose, artérias enrigecidas, aumento da pressão arterial, senilidade antecipada. Em crianças gânglios linfáticos e amídalas com hipertrofia e endurecimento.

Sinais de exaltação:
Sensações constrição do couro cabeludo, inferioridade por timidez e covardia, pessoas olham e menosprezam, cérebro solto na cabeça, estupidez, receberá alguma notícia, algo cai dentro do tórax, palpitação na cabeça, intestino move quando vira na cama, erra as decisões, desprezo das pessoas. Ilusões caminha de joelhos, fumaça por perto, cheiro da fumaça.

Sinais mentais:
Dificuldade no aprendizado. Irresolução. Confusão mental. Pensamentos infantis. Memória fraca. Esquecido (pode chegar ao extremo de não saber voltar para casa). Muda facilmente de opinião. Esquecido (não lembra do que acabou de dizer). 
Falta de clareza mental. Envelhecimento mental precoce (fraqueza mental progressiva). Mentalmente não tem confiança nas suas ideias. Lentidão mental, compreensão mental limitada. Pensa que será ridicularizado.

Sinais emocionais:
Afetado e abalado diante das tarefas mais triviais (fica ansioso). Humor choroso durante a noite. Triste pela dificuldade de se relacionar com pessoas.

Sinais comportamentais:
Comporta-se como covarde, ranzinza, desconfiado, inferior, tímido, escrupuloso, pessimista, alarmista, alarmado, criança e velho avesso a estranhos, sem autoconfiança, confuso, tristonho, desvitalizado, irresoluto, sonolento, indeciso, lento, limítrofe, retardado. Diversões infantis. Caminha de olhos baixos. Brinca sozinho. Engole dissabores e não enfrenta as situações. Recusa alimentos mesmo com fome.

Sinais Subconscientes:
Medo do futuro (com ansiedade). Medo das pessoas.

Sinais gerais:
Sonhos confusos, ansiosos, inquietos. Fala sem lógica (sem conectar as ideias) e com frases soltas.

Sinais físicos:
Abdome abaulado, tenso, duro. Cabeça grande. Começa a falar muito tarde. Flatulência. Hipertrofia das amídalas. Prurido anal. Sudorese e mãos trêmulas na presença de estranhos. Catarro com tosse, voz rouca e coriza. Abcessos. 
Dores musculares. Fezes duras. Menstruação escassa. Dores e hipertrofia do útero. Adenoides com crescimento dos tecidos. Parótidas inchadas. Próstata com hipertrofia, testículos endurecidos. Tem muita sede. 
Sonolência, sono agitado à noite, fala dormindo. Envelhecimento precoce do corpo. Hipertensão arterial. Fibrose arterial. Vertigens, náuseas, cefaleias ao agachar-se ou levantar os braços. Falta de calor vital. Genitália pouco de senvolvida. Desejo sexual limitado. Suor nos pés com cheiro forte e muito desagradável.

Generalidades:
Melhora: 
Quando fica só, andando ao ar livre, estando bem agasalhado.

Agrava: 
Quando pensa nos próprios distúrbios ao tomar banho, deitado sobre o órgão/lado que dói, em ambientes frios e úmidos.

Perfil (Criança):
Grande irresolução causada pela falta de autoconfiança. Receiam falar do que pensam com medo de serem ridicularizadas. São estudantes com baixo rendimento porque são medrosas(os). Não escrevem o que sabem com medo de fracasso, com medo de errar. Por isso se retraem e sendo abandonadas pelos colegas ficam ainda mais fechadas. 
São crianças que se escondem, fogem de estranhos, pensam que são olhadas o tempo todo, tímidas e se tornam covardes. Brincam sozinhas. Constituição típica de prognatas (dentuças), roncam, respiram pelo nariz, gordinhas (barrigudas), sonolentas e mal-humoradas.

Perfil (Adulto):
Tipo 1 – Moças fortes (gordas e baixas) com mãos grossas, mamas muito firmes e volumosas, lentas e preguiçosas, com pouco fluxo menstrual, com menstruação rápida e pouco desejo sexual, com tendência a esclerose (no cérebro e no ovário) e com olhos pequenos (tipo mongol), indecisas. Tipo machona.
Tipo 2 – Pessoas com hipertensão arterial, com esclerose, com tendência ao envelhecimento precoce (físico e mental) e que agravam no frio, indecisas.
Tipo 3 – Pessoas retardadas ou com desenvolvimento lento. Tímidas, indecisas, covardes, choronas, escondem-se de estranhos. Transtornos de amídalas e de adenoides.

Indicações
Quadros Comuns: 
Linfatismo (apatia com hipertrofia dos gânglios linfáticos). Pessoas corpulentas pouco ágeis, dor de cabeça após esforço mental, cefaleia que aumenta ao sol ou calor do quarto e carro. Vertigens, zumbido no ouvido e estalos (zumbido e estalos são percebidos assoando o nariz ou após espirros fortes). Palpitação cardíaca com angústia que aumentam ao deitar do lado esquerdo ou ao se movimentarem. Evacuação difícil (fezes duras), evacua um pouco de cada vez. Impotência sexual precoce. Lipomas (tumores de células gordurosas). Velhice precoce com hipertensão arterial, com emagrecimento, com frialdade, agrava no frio úmido, com tosse seca/sufocante, com muco que enche o peito e difícil de expectorar. Insuficiência da tireoide, do timo e da hipófise. Lentidão no desenvolvimento físico, lentidão ao mover o corpo. Atraso no fechar as fontanelas das crianças. Atraso da criança no engatinhar e no andar. Hipertrofia das amídalas. Adenopatias (afecção dos gânglios linfáticos) endurecidas e crônicas. Testículos pouco crescidos. 
Frialdade no corpo (pessoa friorenta). Tendência à angina em épocas/climas úmidos. Aspecto físico tende ao mongólico (olhos pequenos e fechados). Onicofagia (vício de roer unhas). Erupção nas orelhas. Suores frios e fétidos nos pés, suores noturnos (molha o travesseiro). Sonolência diurna. Paralisia cerebral, esclerose auricular (com surdez). Inflamação crônica das mucosas respiratórias, diminuição da nutrição. Resfria dos frequentes. Crianças precocemente envelhecidas e adultos infantilizados.
Crianças com oftalmia (inflamação do olho). Suor fétido nos pés que suprimido causa adoecimento da garganta. Paralisia dos velhos. Paralisia da língua, contrações no esôfago. Hipertrofia de glândulas (inclusive ínguas). Próstata ou testículo endurecido, abcessos linfáticos no corpo (secreção sem sangue). Feridas com cicatrização lenta, afonia crônica nos escrofulosos (inchação dos gânglios). Dor de dente e hemorragia nasal antes da menstruação. Prisão de ventre crônica, hemorroidas que exteriorizam facilmente (inclusive com o esforço de urinar).

Atenção:
É recomendado a crianças com limitações, pessoas com desenvolvimento lento (mental e corpóreo), idosos com derrame cerebral ou suas sequelas, crianças escrofulosas, adultos com infantilidades, crianças e jovens que não aprendem a tomar conta de si próprios. Atuação lenta. Repetir com frequência, porém, com acompanhamento pois causa esclerose na patogenesia.

Dinamizações:
5CH a 15CH: Hipotireoidismo. Crescimento das adenoides e da amídalas.
18CH a 30CH: Crianças retardadas.
9CH a 30CH: Moça machona. Esclerose de idosos. Senilidade precoce.
5CH a 30CH: Hipertensão arterial.

Homeopatias sucessoras recomendadas:
Antimonium tartaricum, Conium, China, Lycopodium, Mercurius, Nitricum acidum, Pulsatilla, Rhus, Sepia, Sulphur, Tuberculinum.

Homeopatias incompatíveis:
Apis, Calcarea carbonica.

Antídotos:
Antimonium tartaricum, Belladona, Camphora, Dulcamara, Zincum.

Potências:
3CH, 5CH, 6CH, 30CH.

Homeopatia complementar:
Dulcamara, Silicea, Psorinum.

Outras denominações:
Baryum carbonicum, Carbonas baryticus.

Baryta carbonica

Autor: Sr Phatak 

Obra:  Matéria Médica Concisa

Generalidades:
Tem uma influência marcante no crescimento esp. de crianças e velhos, que se tornam infantis. 
Nas crianças, o crescimento é retardado, tornam-se anãs mental efisicamente, as crianças estão atrasadas para o serviço, para assumir suas responsabilidades e fazer seu trabalho. Entorpecido, apático, ou marásmico. Há uma tendência ao aumento das glândulas, com endurecimentos esp. amígdalas, cervical e próstata. Prostração, cansaço, inclinação constante para deitar, sentar ou apoiar em algo. A metade superior do corpo parece rígida e entorpecida. Cansado demais até para comer. É um remédio para a senilidade precoce e quando começam as alterações degenerativas em homens idosos no coração, cérebro e sistema vascular. Tendência para resfriar e toda vez que as amígdalas ficam inchadas. Efeitos paralíticos. Os sintomas ocorrem em partes únicas, como paralisia, dormência, queimação. Sensação como se forçado através de um lugar estreito é peculiar. Amolecimento e dilatação vascular, aneurisma, rupturas, apoplexia. Efeitos nocivos do suor controlado nos pés. Cistos. Sarcoma, com queimação. Lipoma. Emaciação de pessoas bem nutridas. Sonolência e cansaço ao menor esforço.

Piora:
Empresa. Pensando nos sintomas. Úmido frio. Frio nos pés e na cabeça. Deitado na parte dolorosa, lado esquerdo. Odores. Calor do Sol, do fogão. Levantando os
braços. Comendo.

Melhora:
Comida fria. Envoltórios quentes. Quando sozinho.

Mente:
Apreensão lenta, bobabem, absurdo e atrasado. Comportamento infantil e impensado. Tímido. Covardemente. Geme de cada pequena coisa. Humor de lamentação. Aumento da fraqueza mental. Mente anuviada. Memória ruim. Esquece sua tarefa ou palavra em sua boca. Irresoluto. Desconfiado. Tímido de estranhos. Acha que suas pernas estão cortadas e ele está andando de joelhos. 
A criança não quer brincar, mas fica sentada no canto sem fazer nada. As crianças não conseguem lembrar e aprender. Tristeza por ninharias. Pensa que alguém está sendo ridicularizado.
Esconde-se atrás dos móveis e mantém as mãos sobre o rosto, espreitando por entre os dedos. Sempre pega problemas emprestados. Perda de autoconfiança. Mania de falar durante a menstruação, em meninas. Idiotice.

Cabeça:
Vertigem dos idosos com náusea piora curvado, ao levantar os braços. Cérebro se sente solto, melhor ar frio. Calvície de vértice. Sulcos no couro cabeludo. Forte pressão sobre os olhos. Erupções secas ou crostas úmidas no couro cabeludo. Dor em pontada ao ficar de pé no sol.

Olhos:
As pupilas dilatam e contraem rapidamente. Pressão profunda nos olhos, melhor olhando para baixo. A luz deslumbra. Córnea opaca. Tampas, granular, engrossado.
Faíscas de fogo diante dos olhos, no escuro.

Ouvidos:
Ruídos de crepitação, pior engolir, andar. Glândulas ao redor da orelha doloridas e inchadas. Erupções nos lóbulos das orelhas. Dureza de audição. Som ao espirrar.

Nariz:
Seco, pior soprá-lo. Coriza, com inchaço do lábio superior e nariz (crianças com abdome grande). Sensação de fumaça no nariz. Descarga de muco amarelo espesso, crostas ao redor das asas do nariz. Epistaxe.

Face:
Pálido, inchado, sensação como se fosse uma teia de aranha. Lábio superior inchado. Lábios pendentes.

Boca:
Língua, fraco, paralisado, duro em velhos, não pode falar. Dor ardente ou vesículas na ponta ou sob a língua. Dor de dente pior antes da menstruação. A boca fica dormente. Boca inteira cheia de vesículas especialmente dentro da bochecha. 
A saliva escorre, durante o sono. Sangramento frequente e considerável das gengivas.

Garganta:
As amígdalas são afetadas por todos os resfriados ou menstruações piores. Quinsia crônica. Amígdalas aumentadas.
Espasmos do esôfago, assim que o alimento entra no esôfago, causando engasgos e asfixia. Dor na garganta, pior deglutição vazia. Só pode engolir líquidos. Pincel de água, repentino. Glândula submaxilar inchada. Muita queimação na garganta. Problemas na garganta devido ao uso excessivo da voz.

Estômago:
Ponto dolorido no estômago. Com fome, mas recusa comida. Aversão a coisas doces, frutas esp. ameixas. Repulsa repentina ao comer. Dispepsia de jovens masturbadores ou com emissões seminais. Dor durante o jejum e depois de comer. Digestão fraca de pessoas idosas com possível malignidade, melhor comida fria.

Abdome:
Duro e tenso, macio, distendido, com emagrecimento do corpo. Diarréia com dor lombar. Como se os intestinos caíssem de um lado para o outro ao virar na cama. Fezes duro, nodoso. Pilhas se projetam, ao urinar. Rastejando no reto. Escorrendo no ânus. Cólica habitual de crianças que não prosperam e, embora aparentemente famintas, recusam comida. Glândulas mesentéricas duras e inchadas.

Órgãos urinários:
Urge urinar, não consegue reter a urina. Queimação na uretra, ao urinar. Micção frequente. Urina, marrom escuro, escasso.

Masculino:
Genitais flácidos. Próstata aumentada. Testículos endurecidos. Impotência. Emissões prematuras. Ereções ao andar. Adormecer durante o coito. 
Os órgãos genitais ficam dormentes. Nódulos dolorosos nas mamas, em velhos gordos.

Mulher:
Menstruação escassa, dura apenas um dia. Antes da menstruação, dor no estômago e nas costas lombares.  Os órgãos genitais ficam dormentes. Diminuição do ovário e da glândula mamária. Amenorreia. Leucorreia, imediatamente antes da menstruação.

Respiratórias:
Afonia paralítica. Asma de pessoas idosas agg. ar húmido e quente. A laringe parece ter inalado fumo. Os pulmões parecem cheios de fumo. Tosse aguda na presença de estranhos, comer alimentos quentes. Bronquite crônica.  Tosse seca sufocante em pessoas idosas, cheia de muco mas sem força para expetorar.

Coração:
Sintomas cardíacos, após suor suprimido dos pés ou após masturbação. O coração sente-se magoado, dorido. Palpitação e angústia na região do coração, deitado sobre o lado esquerdo. Palpitação sentida na cabeça. Aneurisma. Pulso lento, pequeno. Pressão arterial elevada.  Arteriosclerose.

Pescoço e costas:
Glândulas inchadas na nuca e no occipital. Torcicolo crônico. Coluna vertebral fraca.
Pulsação nas costas, após emoção mental. Tumores gordos no pescoço.

Extremidades:
Dedos dormentes. Os membros ficam dormentes. Tremor dos pés e das mãos ao escrever. As solas dos pés ficam quentes ou magoadas à noite, durante o sono. Dormência do joelho até ao escroto, quando sentado. Suor frio e fétido nos pés.
Dor no deltoide ao levantar os braços. Dor nos joelhos, quando ajoelhado.

Pele:
Verrugas. Acne. Lipoma. Quistos. Sarcoma ardente.

Sono:
Fala durante o sono (homem idoso). Desperta frequentemente, sente-se quente. Contorções durante o sono.

Febre:
Fluxos de calor, mais à noite. Suor em partes isoladas, uma mão, um pé, um lado do
corpo, rosto, fétido dos pés, agg. na presença de estranhos.

Complementos:
– Ant-t; Dul; Psor; Sil.

Relacionados:
– Kali-p, Lyc, Med, Pul, Sep, Sil, Tub.

Baryta carbonica

Autor: Rajan Sankaran

Obra: Texto baseado no livro The Soul of remedies de Rajan Sankaran. O Texto está diferente do original mas as idéias foram mantidas

Informações gerais:
O bário é um mineral pertencente ao grupo IIA da Tabela Periódica. 

Sensação:

O principal sentimento de remédios desse grupo é de dependência e Baryta carbonica é o mais dependente de todos eles. principal sentimento de remédios desse grupo é de dependência e Baryta carbonica é o mais dependente de todos eles.

Mental/Emocional: 
Baryta carbonica é totalmente dependentedos outros, quase como se tivesse deficiência física ou mental. “Ilusão de que ele anda de joelhos” e “Ilusão de que um amigo querido está doente e morrendo” mostram o sentimento de medo de perder seu apoio físico e emocional. Há um sentimento de total incapacidade para assumir responsabilidades ou fazer o próprio trabalho. Baryta carbonica tem ansiedade antecipatória por causa desse sentimento de incapacidade. Os pacientes são totalmente irresolutos e dependem completamente de alguém para tomar decisões por eles. O oposto disso também pode funcionar: ser muito independentes, até mesmo solidárias com outras pessoas. Eles podem ser muito responsáveis, especialmente sobre os assuntos familiares: “Ansioso com os assuntos domésticos”, “Preocupa-se com os assuntos domésticos”, “Ansiedade com os amigos em casa”, “Ansiedade pelos outros”. Eles podem ser extremamente trabalhadores (industriosos), muito organizados, conscienciosos e se esforçam para ter certeza de tudo (cuidado). Conseqüentemente, ocupam posições bastante responsáveis e confiáveis em seu trabalho e na sociedade. Eles são muito metódicos e confiáveis, mas carecem de imaginação, arte e criatividade. Ocasionalmente, no entanto, mesmo esse Baryta manipulado pode ter acessos de indecisão e insegurança. Existe o “Medo de estranhos” que se estende ao medo de enfrentar qualquer situação nova e qualquer coisa que esteja fora da rotina, principalmente quando se sentem obrigados a fazer escolhas ou tomar decisões. Eles podem ser resistentes a qualquer mudança em suas vidas, por exemplo, eles tentariam evitar qualquer mudança de emprego ou residência. Eles não gostam de ser notados ou destacados e hesitariam em usar qualquer coisa que se destacasse, por exemplo, um sapato brilhante. São os últimos a aceitar as novas modas e são bastante conservadores no modo de vestir, de viver, etc. Evitam dar facilmente suas opiniões ou opiniões por medo de serem criticados. Segundo Sankaran, pacientes de Baryta carbonica gostam de conferir cada detalhe durante uma consulta, por exemplo, onde e como tomar o remédio, quais são os alimentos ou outras restrições, etc., até o último detalhe, muitas vezes provocando irritação e risos dos outros. Eles são tão dependentes que chegam a ser pueris. Phatak escreve: “As crianças chegam tarde ao serviço, para assumir suas responsabilidades e fazer seu trabalho”. O paciente de Baryta carbonica tem muito medo de perder (ou algo acontecerá a) aqueles de quem depende – visto na ilusão de que “Um amigo querido está doente e morrendo”.
Sankaran conta a história de uma mulher casada de 35 anos que desenvolveu problemas artríticos após a morte de sua vizinha, de quem ela dependia, e que era a única na vizinhança que compartilhava seu idioma. Devido a isso, ela perdeu a “muleta” que a vizinha fornecia. Com isso, ela desenvolveu uma artrite incapacitante que a fez depender de outras pessoas para se apoiar. Freqüentemente, os pacientes de Baryta carbonica apresentam uma história de serem extremamente tímidos na infância e incapazes de se misturar com outras pessoas ou fazer amigos facilmente. Eles se sentem ridicularizados e criticados. Existem muitos medos que muitas vezes são infantis (“Medo nas crianças”). Uma pequena coisa pode deixá-los extremamente ansiosos: “Ansiedade, por ninharias”, “Delírio, ela pensa que todo barulho é um grito de fogo e ela treme”, “Começa facilmente com barulho e susto”. Em muitas pessoas de Baryta carbonica, vi uma espécie de simplicidade, ingenuidade. Eles são bastante crédulos.

Físico: 
Paciente friorento, Velhice prematura: queda de cabelo, calvície, perda de memória, hipertensão, aterosclerose em uma idade jovem. Desejos: doces. História de ataques recorrentes de amigdalite.Pode estar emaciado. Audição difícil em pessoas idosas.
Comparações: Essa grande dependência de outras pessoas, principalmente social e financeira, a aproxima da Calcarea silicata. Calcarea silicata sente-se dependente financeira e socialmente. A pessoa Baryta carbonica sente-se mentalmente (especialmente intelectualmente) e fisicamente dependente como uma pessoa com deficiência.

Rubricas
• Cuidados, assuntos domésticos, sobre.
• Infantil.
• Estranhos, presença de, agravantes.
• Ilusão, como se um amigo querido estivesse doente e morrendo.
• Delírio, anda de joelhos.
• Delírio, as pernas são cortadas.
• Ilusão, riu, zombou, sendo.
• Ansiedade, outros, sobre.
• Ansiedade, ninharias, sobre.
• Sai sozinha e chora como se não tivesse amigos.

Baryta carbonica

(Carbonato de bário)

Autor: Sr Nilo Cairo

Obra:  Guia de Medicina Homeopática

Autor: Sr Nilo Cairo

Obra:  Guia de Medicina Homeopática

Modernamente, as Baritas carbonica, muriática, sulfúrica e iodada, são chamadas Baryum carbonicum, muriaticum, sulphuricum e iodatum.

Sinonímia:
Baryum carbonicum e Carbonas baryticus. Timidez. Aversão pelos desconhecidos. Sonolência diurna. Resfriados frequentes. Crescimento atrasado, mentalmente e fisicamente; crianças prematuramente envelhecidas e adultos prematuramente infantilizados, são as indicações características para este medicamento antiescrofuloso. É o remédio das crianças escrofulosas, especialmente se são atrasadas de corpo e de espírito, de talhe acanhado, não crescem nem se desenvolvem, têm oftalmia escrofulosa, ventre inchado, resfriadas frequentes, e depois sempre amígdalas hipertrofiadas”. (DR. BOERICKE). Coriza com inchação do lábio superior e do nariz. Abscessos amigdalianos. Tonsilite folicular. Impotência prematura. Suor fétido nos pés, cuja supressão traz moléstias da garganta. Paralisia dos velhos. Demência senil. Memória perdida. Apoplexia dos velhos. Língua paralítica. Espasmos esofagianos. Ingurgitamentos e hipertrofias ou incipiente induração das glândulas, especialmente cervicais e inguinais. Próstata e testículos endurecidos. Comedões. Tendências às supurações ou abscessos linfáticos pelo corpo. Hipertrofia da próstata. Feridas de cicatrizacão lenta. “Segundo a minha experiência, é a baryta carbonica, na amigdalite aguda, o mais poderoso dos medicamentos. Posso falar disto com toda a segurança. Poucas vezes em minhas mãos chegou a amigdalite à supuração, quando a Baryta carb. foi dada a tempo”. (DR. R. HUGHES). Evita a reincidência, na 30.ª. Afonia crônica nos escrofulosos. Dor de dentes antes das regras. Constipação crônica. Hemorróidas que aparecem ao paciente urinar. Hemorragias nasais antes das regras.

Complementares:
Dulcamar.

Remédios que seguem bem:
Ant. tart., Con., Chin., Lycod., Merc., Nitri-acid., Puls., Rhus, Sepia, Sulph. e Tuberc.

Inimigos:
Apis. e Calc.

Antídotos:
Ant. tart., Bellad., Camphora, Dulc. e Zincum.

Ponto de Weihe:
No ângulo superior dos dois feixes do músculo esternoclidomastóideo. Fazer pressão no sentido da apófise transversa da vértebra cervical, lado direito.

Dose:
3.ª trit., 5.ª 6.ª e 30.ªou Baryum carb. D6 coll.

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